caio - procedimento de rotina

a partir da leitura de Caio Fernando Abreu, passei a olhar para a minha própria condição homossexual e a procurar nela uma consciência e uma poesia. Esse blog mostra todo esse processo de buscas e pesquisas.

domingo, 24 de janeiro de 2010

A cura


A orientação sexual pode ter cura?

O Dr. Jeffrey Satinover escreveu de sua vasta experiência com clientes que experimentam a atração pelo mesmo sexo:

“Tenho tido a felicidade extraordinária de encontrar muitas pessoas que saíram do estilo de vida gay. Quando vejo as dificuldades pessoais, a clara coragem que eles mostram não só para enfrentar essas dificuldades, mas também para confrontar uma cultura que usa todos os meios possíveis para negar a validade de seus valores, metas e experiências, fico verdadeiramente admirado... São essas pessoas — ex-homosexuais e aqueles que ainda estão lutando, em todos os lugares dos EUA e em outros países — que permanecem para mim como um modelo de tudo o que é bom e possível num mundo que leva a sério o coração humano, e o Deus desse coração. Em minhas várias pesquisas no mundo da psicanálise, psicoterapia e psiquiatria, realmente nunca antes vi tal profunda cura”.

http://providafamilia.org/doc.php?doc=doc16356

sábado, 23 de janeiro de 2010

sex art

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Vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias é contra a união civil gay e o aborto no PNDH-3



BRASÍLIA – O vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Pedro Wilson (PT-GO), é conservador quanto à união civil entre pessoas do mesmo sexo e à descriminalização do aborto, previstos no Programa Nacional dos Direitos Humanos 3 (PNDH-3).

http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=1066

transe?dança?macumba?pisa?


Na aula do Jal, ontem, que era acompanhada por um atabaque tive uma experiência interessante. Desde o começo da aula eu já vinha bem concentrado, e o Jal provocava que a gente puxasse as energias do chão. Num determinado momento pediu que nos colocássemos frente a frente e realizássemos uma dança em dupla, utilizando os movimentos experimentados no decorrer da aula. Eu dançava com o Denis. Num dado momento eu comecei a fazer um giro fora do eixo de gravidade numa posição de corpo que me trazia alguma memória que eu não podia dizer de que. O giro foi aumentando a velocidade, até que eu não tivesse mais corpo para suportá-o e caí. Ainda no chão meu corpo sentia resíduos do giro que não terminava, dentro do meu corpo seguia sem pausa. A densidade do meu corpo era tamanha que eu tinha um medo terrível. Me senti dividido: um corpo que executa uma ação enquanto uma consciência contempla. Perdi totalmente a noção de corpo social, só havia um fluxo de energia que eu me dispunha a seguir. Entre flashes da realiade e imagens de movimento dentro do corpo eu não consigo mais reproduzir nem "lembrar" da sensação toda. Sinto que tudo era extremamente corporal e dentro de uma ficção. Sinto uma saudade daquele momento, como se ali tivesse deixado uma coisa que preciso revisitar, um corpo que precisa ser vivido pra experimentar de novo um certo viver ao qual foi privado.

Imagem: Dejando esa Linea,2009, de Xoloti Polo (México)
http://www.facebook.com/album.php?aid=132136&id=176516014793

domingo, 17 de janeiro de 2010

NU

TÃO

DIFICIL

FICAR

NU

LOVE


homo erectus